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![]() I Que a saudade não te açoite nem lembranças do passado. Venha o dia, desça a noite, a esperança é o teu cajado. II É na dor desta saudade Deixada quase esquecida Eu diria na verdade Que estaria adormecida III Da saudade prisioneira as algemas quero tirar. Do hoje ser passageira, conjugando o verbo amar. IV A saudade faz um ninho que nos deixa aprisionada. Foge dela, de mansinho não a deixes ter morada. V À saudade dei carona quando olhei a tua foto. Velho amor que me aprisiona em seu passado remoto. VI Do amor que ainda lampeja dentro da chama vazia breve faísca que seja incendeia e alumia. Guida Linhares Santos/SP/Brasil 08/09/10 *** Guida Linhares
Enviado por Guida Linhares em 08/09/2010
Alterado em 08/09/2010 Comentários
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