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Soneto ao Vento
Glosa ao segundo mote do poema Soneto ao Vento, da minha queridíssima amiga Eire, matando as nossas saudades.
Vento que beijas faces , carinhoso, Ou encapelas as ondas do mar... Vento que podes ser auspicioso Ou coisas tristes podes carregar... **** Vento que beijas faces, carinhoso, Leva-me para junto dela, para que eu sinta seu abraço gostoso e seu afago sentinela. Vento que balança os coqueiros Ou encapelas as ondas do mar... Leva-me à rainha dos guerreiros, daquele clã que aprendi a amar E quando chegar o dia glorioso; Vento chegarás com a tua brisa. Vento que podes ser auspicioso, sempre o nosso coração suaviza. Vento acompanha a nossa prosa. teremos tanto a conversar... traz a pura alegria pra nossa Rosa Ou coisas tristes podes carregar... Santos/SP 01/04/07 **** Soneto Ao Vento Rosa Magaly Guimarães Lucas - Eire Vento da tarde morno e preguiçoso, Que varre a praia e a areia faz voar, Vento moleque, ventinho tinhoso, Que em meus cabelos vem se embaraçar... Vento que beijas faces , carinhoso, Ou encapelas as ondas do mar... Vento que podes ser auspicioso Ou coisas tristes podes carregar... Amo-te vento sejas Sul ou Norte, Amo o teu som ao passar pelas frestas, Amo-te quando brisa, ou quando forte Fazes bailar as folhas das florestas... Vento que traz a vida ou traz a morte, E acompanhas teu canto com celestas. Jacaraípe, Serra, Espírito Santo, 26/04/2006.
Guida Linhares
Enviado por Guida Linhares em 02/04/2007
Alterado em 10/05/2007 Comentários
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