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Para onde vou?
Para onde vou?
Guida Linhares Vou por onde a vida me leva! Tantas vezes na alegria, algumas também na tristeza, para que eu possa aprender a valorizar os bons momentos. Vou por entre atalhos e esquinas, encontrando tanta gente sofredora e muitas vezes me pergunto: onde foi que tudo começou a ruir, onde está a sua fé e esperança? Vou observando os ventos inconstantes. Por vezes leve brisa a afagar o rosto, outras vezes vendavais fustigando os olhos, mostrando que todos somos humanos, e sujeitos às intempéries do tempo. Vou para onde o mar se esconde! Lá detrás da linha do horizonte, porque de lá, meus sonhos chegarão; materializados em uma boa certeza: De que vale a pena viver e amar. Santos/SP 24/04/07 *** Participação no desafio da querida amiga poetisa santista Gui Oliva Queridos (as): Reencontrando o reenvio do QUEM SOU? deparei com o seguinte desafio... Taí, surgem algumas idéias para os próximos acrósticos... para onde vou? o que desejo? como caminho? que trilhas piso? Como podem perceber, se estancamos para pensar a vida, vamos encontrar muitas interrogações... exclamações em algumas ocasiões. Dois pontos para refletir melhor, uma vírgula aqui outra acolá, um entre aspas para destacar momentos, o mais difícil é quando aparecem as reticências... O primeiro está lançado. Beijos de boa noite, Gui Santos/SP 23/04/07 **** Sinais Quando aprendo a lidar com essa indagação? Uma eterna reticência ... uma incógnita E esse duvidoso ponto de interrogação, Mais uma vírgula acabando em exclamação! Sei que depois de dois pontos devo chegar à conclusão: Ora, respondo já esse " entre aspas" original Uma definitiva resposta ?!,..." " : Sou um ponto final. Santos/SP 04/03/2006 Gui **** PARA ONDE VOU? Gui Oliva Para qual além infindo eu voejo Amanhecendo minhas plumas, Rarefeita desfaço minhas penas e vejo, Amor desfeito em ondas de espuma Ode para a ilusão de um sonho apenas, Noite agora que se finda no horizonte, Distante do palco contraceno outras cenas, E só... sigo a solidão e o caminho da sua fonte Vago, no subúrbio da vida, como uma farsante Ostento, livre, a construção desse desmonte ou, Um verso faço brotar como poeta, gaivota errante? Santos/SP 23/04/07 ***
Guida Linhares
Enviado por Guida Linhares em 24/04/2007
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